Seleção Brasileira e Jornalismo
Quem assistiu aos minutos iniciais da partida do Brasil contra o Paraguai ontem, 31, teve a oportunidade de ver as peripécias que nós, repórteres, temos que fazer para enrolar, improvisar, encher linguiça, como queiram, quando acontece o imprevisível. Se você não notou, perceba agora:
Mauro Naves (repórter) - O que você achou do início do jogo? (Não foram estas as palavras, mas o sentido foi mais ou menos esse)
Ronaldo (o fenômeno!?) - Não achei nada...não deu para achar nada ainda.
Tino Marcos (repórter) - Em 92, aconteceu um fato parecido. Você estava lá, não é?
Robeto Carlos (jogador) - É.
Tino Marcos - Você estava no time - repete o repórter
Roberto Carlos - Sim. De 92 para cá, aconteceram mil coisas
Não quero dizer com isso que as conversas caíram no vazio. Galvão e os próprios repórteres comentaram coisas que acabaram fazendo o tempo passar. Mas é cada uma que os entrevistados, e aí eu digo de uma forma geral, respondem! As pessoas têm que entender que o profissional precisa executar seu trabalho. Num velório, por exemplo, o repórter vai ficar só olhando? E na hora de perguntar? Tem que ser isso mesmo: "O que fulano representou na sua vida?" E se não quiser perguntar a clássica "Como você está se sentindo?", o jeito é olhar para ver se a pessoa chora, ri, conversa, dá escândalo. É o jeito. São ossos do ofício. texto
Escrito por Tharsila às 17h44
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Início dos trabalhos
Uma das minhas melhores amigas, Luciana, me ajudou a fazer este blog. Essa coisa começou quando um dos meus amigos só falava no blog dele. Lú fez o dela e aí eu me empolguei. Quis criar um cantinho para mim na internet onde eu pudesse falar sobre tudo - ou quando não tivesse nada para falar, falar assim mesmo. Sem compromisso. Deve ter milhares de pessoas no mundo que utilizam o blog com esta finalidade. Tentarei ao menos ser original dentro do comum. Valeu? texto
Escrito por Tharsila às 19h00
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